Todo amor tem seu dia de punhal


Coração Marginal

"Tem solidão verbal esta jovem contista. Ela arma as palavras na frase com o amor de alguma falta. Cida procura e acha para a sua linguagem uma unidade sonora e íntima. Louvo este Coração Marginal com a sua ternura pelos seres desprotegidos. 

Cida Sepulveda tem voz própria; vi assim no seu livro de poemas Sangue de romã. Nunca esperei outra coisa de Cida senão o que costumo chamar de Milagre Estético. Sua formosa arte há de ganhar os bons leitores brasileiros."

Manoel de Barros