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Um coração miúdo na varanda. Uma velha tricotando sentada na cadeira de balanço. O jardim perfumando a imaginação. Menina e velha, musas de um tempo que já não é, mas que exala.Pinto as cores da saudade, em pensamento. Não sei manejar pincéis, tintas. A velha em mim, ressuscita, lírio, jasmim, rosa, ou pardal que reina na paisagem, na cadeira de balanço morta.
À noite nos revelamos alma e nostalgia, em palavras que nos moldam poetas.
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O mar, escuta. A lua, sonha. Estrelas, suspira. Inverno sem frio. Seca a noite sem abraços. Escrevo, aplaco a compulsão do abismo. Na solidão, o rosto da mãe brilha, eterno. E me salva de mim.
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Duas palestras de Jean-Yves Leloup, autor que eu não conhecia até ir a uma livraria para comprar livro de religião para dar de presente de aniversário. Eis que descubro esta relíquia. Interioridade, inconsciente, espiritualidade, essencialidade, desejo, são palavras chaves dos textos de Jean.